Poesias nos ônibus e livros nas paradas!
Esperar ônibus é sinônimo de tempo perdido?
Não para aqueles que esperam os coletivos nas paradas da Sarmento Leite, da Wenceslau Escobar, da Plínio Brasil Milano, da Av. Ijuí e da Quintino Bocaiúva.
Não para aqueles que esperam os coletivos nas paradas da Sarmento Leite, da Wenceslau Escobar, da Plínio Brasil Milano, da Av. Ijuí e da Quintino Bocaiúva.
São nesses pontos que estão instaladas as “Estantes Públicas”.
Um projeto bem legal criado pelo pessoal da Nômade Ind., com o apoio da Funarte, que leva livros para locais públicos da cidade. Depois de 20 anos convivendo com os Poemas no Ônibus, os porto-alegrenses terão acesso aos livros nas paradas de ônibus da cidade.
Como funciona?
O pessoal da Nômade instala a estante e coloca os primeiros livros. Depois disso, é a comunidade que deverá gerenciá-la e abastecê-la. Os autores do projeto chamam a ação de “transvenção”, pois se trata de uma intervenção na paisagem que exige a participação do público, uma relação coletiva.
Entre depredações e manifestações positivas, essa simples e grande idéia já atingiu milhares de pessoas da cidade, que podem enviar suas sugestões, críticas ou impressões via SMS para o número 27800 (com a palavra “Estante” no começo do texto). Esse torpedo é gratuito e auxiliará na produção de um material de pesquisa sobre as estantes e o comportamento da comunidade onde as Estantes estão instaladas.
É muito importante lembrar que os materiais colocados na Estante são de uso público, porém a responsabilidade sobre eles é de cada um. Não há câmeras, não há guardas, não há grades…
O que existe é a boa vontade para que o projeto leve o livro a quem o merece: TODO MUNDO!
Um projeto bem legal criado pelo pessoal da Nômade Ind., com o apoio da Funarte, que leva livros para locais públicos da cidade. Depois de 20 anos convivendo com os Poemas no Ônibus, os porto-alegrenses terão acesso aos livros nas paradas de ônibus da cidade.
Como funciona?
O pessoal da Nômade instala a estante e coloca os primeiros livros. Depois disso, é a comunidade que deverá gerenciá-la e abastecê-la. Os autores do projeto chamam a ação de “transvenção”, pois se trata de uma intervenção na paisagem que exige a participação do público, uma relação coletiva.
Entre depredações e manifestações positivas, essa simples e grande idéia já atingiu milhares de pessoas da cidade, que podem enviar suas sugestões, críticas ou impressões via SMS para o número 27800 (com a palavra “Estante” no começo do texto). Esse torpedo é gratuito e auxiliará na produção de um material de pesquisa sobre as estantes e o comportamento da comunidade onde as Estantes estão instaladas.
É muito importante lembrar que os materiais colocados na Estante são de uso público, porém a responsabilidade sobre eles é de cada um. Não há câmeras, não há guardas, não há grades…
O que existe é a boa vontade para que o projeto leve o livro a quem o merece: TODO MUNDO!
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