terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Prêmio Açorianos: A ciência como ela é...

A ciência como ela é... é o ensaio de Gilberto R. Cunha, finalista do Prêmio Açorianos de Literatura 2012 na categoria Ensaio de Literatura e Humanidades.
A ciência como ela é... (Ed. do Autor, 2011), ensaio de Gilberto R. Cunha, autor de Meteorologia: Fatos & Mitos; Cientistas no divã e Galileu é meu pesadelo (2009), é finalista do Prêmio Açorianos de Literatura 2012 na categoria Ensaio de Literatura e Humanidades, ao lado de Afrontar Fronteiras, de Donaldo Schüler, e Caso última hora, de Maikio Guimarães.

Com formação em agronomia, mestrado e doutorado em meteorologia agrícola, tendo sido Chefe–Geral da Embrapa Trigo (2006-2010) e sendo pesquisador da Embrapa desde 1989, além de bolsista de produtividade em desenvolvimento tecnológico e extensão inovadora do CNPq, Gilberto R. Cunha foi instigado pelas questões atinentes à realidade prática científica. As quais destoam do que difundem os manuais das disciplinas de metodologia científica nas universidades. Trata-se do contraste entre uma prática científica hermética e burocratizada por um lado, e, por outro, do terreno das emoções tipicamente humanas, que não deixa de permear também a área científica, e que o autor tenciona destacar em A ciência como ela é...
O normativismo, muito freqüentemente, se presta mais para isentar o indivíduo do sentimento de responsabilidade da decisão, que para qualquer outra coisa. Ou para, em defesa de interesses corporativos, a negação que as disciplinas são construções artificiais e arbitrárias, não delimitando fronteiras na busca de soluções para problemas do mundo real.

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