quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Finalistas do Açorianos de Criação Literária


Em 2012, o Prêmio Açorianos de Criação Literária contempla obras inéditas do gênero POESIA. O vencedor receberá R$ 10 mil e a publicação do livro pela Editora da Cidade. Os jurados José Fogaça, Luís Augusto Fischer e Maria do Carmo Campos selecionaram cinco finalistas. São eles:

:: ENTRECHOS OU VALAS DO SILÊNCIO
   Carlos Augusto Bonifácio Leite

:: LEIA ANTES DE USAR
   Germana Zanettini

:: NOTURNOS & VESPERTINOS
   Dogival Duarte

:: PAMPABISMO/ENIGMINAS: CONVERSOS
   Nei Duclós

:: RITMO O RITMO
   Paulo Seben de Azevedo


O anuncio do vencedor será no dia 10 de dezembro, às 20h, no Teatro Renascença. Na cerimônia, serão premiados os vencedores de cada categoria do Prêmio Açorianos de Literatura, os Destaques do Ano, a obra vencedora do Prêmio Açorianos de Criação Literária e o Livro do Ano de 2012.
Informações:
32898071 / 8072



Amanhã, dia 2 de novembro, acontecerá o lançamento do livro Por que os ponchos são negros, vencedor do Prêmio Açorianos de Criação Literária – Narrativa Longa 2011. Roberto Schaan Ferreira realizará sua sessão de autógrafos às 18h, na 58ª Feira do Livro de Porto Alegre.

Saiba mais!
O livro narra as memórias de um protagonista anônimo durante a ditadura militar no Rio Grande do Sul. Na tangente de um grupo “subversivo”, acaba sendo tomado por revolucionário e tendo de fugir para o interior do Estado para escapar da opressão. Na trama, entre relato histórico de um período violento da história do Brasil e o resgate poético de uma juventude conturbada, há a impossibilidade de um romance e o trauma de um abandono forçado da própria identidade.
Por que os ponchos são negros é o primeiro livro de Roberto Schaan, produto de dois anos de trabalho, que se tornam evidentes pela maturidade da obra, caso raro em que se torna difícil distinguir narrativa ficcional de realidade histórica. Repleto de uma lírica poética aguda, o romance não é somente o ponto inaugural no trabalho de Schaan enquanto escritor, mas também um marco na literatura rio-grandense.





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