quinta-feira, 26 de maio de 2011

Mania de escritor

Grandes escritores, respeitados por obras literárias, criavam de uma maneira bastante peculiar. Manias estranhas facilitavam – pelo menos na visão deles – o momento de criar histórias e personagens. Vejam algumas delas:

O Von Goethe só escrevia em pé, ele mandou fazer escrivaninha alta para poder escrever em casa.

Victor Hugo
tinha essa mesma mania, chegou a ficar catorze horas seguidas em pé, e foi assim que produziu "Os Miseráveis".

Antes de escrever seus livros, Aluísio de Azevedo desenhava todas as personagens principais das suas histórias e as mantinha junto a sua mesa de trabalho, enquanto escrevia.

Edgard Wallace nunca escreveu obra alguma durante o dia.

Alexandre Dumas, quando começava a escrever um livro, só parava quando estivesse a obra pronta. Passava dias e noites acordado escrevendo e, para evitar interrupção, entregava seus sapatos e a roupas ao criado de sua casa.

Gilberto Freyre nunca utilizou aparelhos eletrônicos. Todas suas obras foram escritas a bico-de-pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.


Balzac só escrevia na companhia de xícaras e mais xícaras de café. Sem elas, não havia produção.


Bernard Shaw só escrevia se estivesse isolado. Chegou a construir, no jardim de sua casa, uma casinha de madeira para não ter ninguém por perto enquanto criava suas histórias.


Edgard Wallace
não escrevia, falava! Na sua mesa do escritório, colocava microfone e uma xícara de chá e ali ditava, sem parar, até concluir um capitulo ou mais. Chegou a falar 1200 palavras em 20 minutos.

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