sábado, 16 de junho de 2012

Das discotecas às páginas


Na quinta-feira, dia 14 de julho, ocorreu aqui no saguão do Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues o pré-lançamento do livro que está sendo escrito pelo primeiro DJ de Porto Alegre Claudinho Pereira. O livro, intitulado Na ponta da Agulha, será lançado pela Editora da Cidade apenas no segundo semestre deste ano, mas já está fazendo sucesso.

Márcio Pinheiro, Coordenador do Livro e Literatura da SMC, e Claudinho Pereira

Seja como DJ, cineasta, comunicador ou produtor cultural, Claudinho é um ótimo contador de histórias. O evento de pré-lançamento do livro foi um sucesso: as histórias do DJ divertiram a plateia, bem como as fotos antigas que ele mostrou. Na discotecagem da noite, atuou em conjunto com seu filho também DJ (encarregado do controle da mesa de som enquanto o pai conversava com os convidados), rodando músicas que faziam (e ainda fazem) sucesso nas pistas de dança. O disc jockey da Santa Ceia disse, em clima de festa, que o pré-lançamento era “a entrada” e “o prato principal viria depois” (com o livro).


A jornalista Vitória Kauffmann, da SMC, que conhece o DJ desde 1968, confessou estar animada com a perspectiva do livro. “Acho sensacional”, afirmou a comunicadora. Também espera pelo lançamento da obra o jornalista e editor do jornal Correio do Povo Daniel Soares, que afirmou que o livro de Claudinho vai resgatar “a efervescência cultural de uma época que muita gente não viveu”.

Mary Mezzari, radialista da FM Cultura, comentou que Claudinho, quando alcançar os 100 anos, ainda vai estar “botando som para a galera”. Compartilha do entusiasmo quanto ao trabalho do DJ a produtora executiva de publicidade Simone Ravison, que aprovou a discotecagem do evento e a transformação do CMC em “lounge”.


E como não poderia deixar de ser, falamos com Preta, esposa e companheira de Claudinho há 43 anos. Quando indagada se não seria a coautora do livro, ela respondeu: “com certeza. Foram décadas que a gente viveu isso intensamente”, e concluiu, “a história não terminou, isso é uma prévia, esse livro, são três décadas que tão ali né, mas gente vai contar a nossa história de vida, minha e do Pereira”.

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