quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Situando o mundo em convulsão

Pra você já ir se situando no assunto do novo curso de Voltaire Schilling (por sinal, você já fez sua inscrição?), fizemos uma rápida entrevista com o próprio. Em O Mundo em Convulsão, o professor irá abordar as principais revoluções que tomaram conta do globo no últimos séculos.

CLL - Qual foi o motivo de a revolução castrista em Cuba não ter sido escolhida para o curso?

Voltaire Schilling - A Revolução Cubana ficará para outra oportunidade. Simplesmente agora não houve espaço, pois inclusive tivemos que comprimir a americana com a francesa e a russa com a chinesa...

CLL - O senhor acha que revoluções do porte das que serão analisadas ainda têm chance de acontecer?

Voltaire Schilling - Quem poderá garantir que nos próximos cem ou duzentos anos não haverá nenhuma revolução? Não há garantias na História e sempre seremos surpreendidos pelos  acontecimentos. No ano passado quem dissesse que havia um levante no mundo árabe seria considerado um alucinado.

CLL - Segundo o programa do curso, as revoluções funcionam como um acelerador dos processos históricos, geralmente dando bons resultados. Mas haveriam casos em que o contrário ocorreria -- por exemplo, em que a revolução funcione como um obstáculo, um retrocesso, ao processo de desenvolvimento histórico?

Voltaire Schilling - Revolução como um retrocesso parece ser o caso da Revolução Xiita no Irã, a qual pregou um retorno à obediência as antigas práticas religiosas e culturais do Islamismo Medieval.

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