quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Capas reimaginadas

A essa altura, você já deve saber que muito do conteúdo da web é um simples reprocessamento de dados. É a chamada cultura do remix. Como tudo na vida, isso tem seus lados positivos e negativos. A facilidade de se produzir conteúdo dessa maneira (e o fato de os amadores desempenharem um papel nessa equação) causa uma superprodução, o que dificulta acompanhar e filtrar aquilo que deve ser lido, ouvido, visto. Por outro lado, o número de coisas interessantes sendo produzidas também não para de aumentar.

Tudo isso para dizer que um dos melhores exemplos de coisas interessantes sendo produzidas agora são essas reinvenções de capas de livros, feitas por uma multidão de artistas (amadores ou não). Selecionamos abaixo algumas (a maioria retirada daqui):

Macbeth, de William Shakespeare (por Ben Jones)

Contos de fadas, dos Irmãos Grimm (por Emmanuel Polanco)

Franny e Zooey, de J.D. Salinger (por Nan Lawson)

Emma, de Jane Austen (por Jillian Tamaki)

 Orgulho e Preconceito, de Jane Austen (por Anne Benjamin)

Moby Dick, de Herman Melville (por Ryan Hartley)

Dublinenses, de James Joyce (por Ryan Hartley)

1984, de George Orwell (por Ben Jones)

Lolita, de Vladimir Nabokov (por Emmanuel Polanco)

 Frankenstein, de Mary Shelley (por


O Corvo, de Edgar Allan Poe (por Emmanuel Polanco)

O Chamado de Cthulhu, de H.P. Lovecraft (por Alexandre Soares Silva)

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